A[](o) Léo
Te conheci,
um pouco distante, não muito,
mas seus olhos piscaram voluntariamente há pouco,
enormes, ofuscantes de magia e amor, desde o princípio.
E ao léo me apaixonei,
rapidamente, quase instantaneamente,
com a certeza mais certa das possíveis loucuras da vida.
Você surgiu como um imã,
magnetizando minha vida ao encontro da sua,
influindo no meu campo psíquico, enérgico, vitalício,
mexeu comigo, me moveu a um destino que eu jamais traçaria sozinha.
E ao léo me apaixonei,
lascivamente, compulsivamente, de todas as maneiras
com a certeza mais certa dos amores (im)possíveis.
Ao léo, A Léo, Ah Léo...
Amo-te, tanto, de tantas formas, quase todas as faces que o amor possui...
Não sou má, nem feroz, nem violenta, nem possessiva,
sou amante de suas artes, de sua vida, de você...
passiva de tudo o que fazes, implicante à maneira que me olhas,
olhar impregnante (Graças a Deus).
Passiva de seu sorriso, de seu toque, seu afago, seu carinho...
passiva de você, tudo em você, todo você...
E ao léo me apaixonei,
como nunca ou antes me apaixonaria,
como jamais imaginei sonhar um dia me apaixonar, amar...
Porque amar você jamais foi difícil,
é simples, é tempestuoso de sentimento,
característico do que é você.
A[](o) Léo escrevo,
a você, meu nego, meu norte, meu anjo, meu tudo,
amor da minha vida...
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