segunda-feira, 27 de julho de 2009

Mais uma carta de amor...

Este é o momento em que esperamos todas as nossas respostas. Um momento em que conheceremos os nossos verdadeiros sentimentos e emoções. Um momento de muitas perguntas e anseios por respostas imediatas. Mas é este agora, a qual eu partilho com você, que eu sei exatamente o porquê de todas as coisas. Porque os nossos caminhos se cruzaram desta maneira tão surpreendente, maneira cujo eu garanto nenhum de nós saberia o desfecho. É nesta ocasião que eu sei que te amo... Porque o amor é como o vento. Não podemos vê-lo, mas podemos senti-lo. Porque o amor é assim, tão inatingível, mas tão, ao mesmo tempo superável. E tão fácil... “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece. Não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal. O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá.” Porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos. Mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. Quando eu era criança, pensava como criança; mas, logo que cheguei a ser adulta, acabei com as coisas de menina. Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor. E, enfim, algum dia nós saberemos se o amor pode mover uma montanha. Algum dia nós saberemos, porque o céu é azul. Algum dia nós saberemos, o que era certo pra cada um. O amor não depende unicamente de nossa vontade, porque não é apenas escolha, é comprometimento, atitudes e comportamento de responsabilidade por quem nós amamos. Não vale dizer que depende do outro. Não vale essa desculpa. O viver no e do amor é nossa decisão... Uma decisão responsável. O que significa realização e promessa. Amor hoje e amor amanhã. Por que viver sem rumo, se isso é morrer aos poucos, pelo caminho, sem nada realizar de nosso destino, ou melhor, de nossa missão? Por que resistir ao tempo de construção, negligenciar o que nos cabe fazer? Por que apenas sobreviver, se podemos viver? Por que ignorar, furtar-se, omitir-se, quando temos potencial para amar? E o amor é como o vento... Não como a brisa leve... “E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.” Mas algum dia nós saberemos, porque Sansão amou Dalila. Um dia eu irei dançar na lua, algum dia você saberá quem realmente era único pra você. “Escrevo-te estas mal traçadas linhas,espero que desculpes os meus erros por favor, meu amor, meu amor”(...)
Te amo!

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