Não tem explicação...
No fundo, nada tem...
Sei lá, acho que a cabeça pira por não conseguir encontrar razão, onde não se tem... Sujeito cartesiano, se retorcendo dentro de um corpo que não consegue ser mais que emoção...
Chorar? Já choro sem motivo... E pra quê se deve ter motivo pra lavar a alma? Arrumar uma escapatória pra fugir do sorriso falso ou dissimulado... ou, quem sabe, sem graça? Pra quê não ter graça enquanto a graça da lágrima está no seu gosto, às vezes, doce? E pra quê se arrumar razão pra concretizar tudo à nossa volta? Pra quê modificar a razão da não razão?
Acho que não me fiz entender, mas a razão dentro de mim agora está muito confusa... Morte do sujeito cartesiano que nunca houve em mim...
Deixa eu ver aqui o que a indagação de mim indagou...
No fundo, nada tem...
Sei lá, acho que a cabeça pira por não conseguir encontrar razão, onde não se tem... Sujeito cartesiano, se retorcendo dentro de um corpo que não consegue ser mais que emoção...
Chorar? Já choro sem motivo... E pra quê se deve ter motivo pra lavar a alma? Arrumar uma escapatória pra fugir do sorriso falso ou dissimulado... ou, quem sabe, sem graça? Pra quê não ter graça enquanto a graça da lágrima está no seu gosto, às vezes, doce? E pra quê se arrumar razão pra concretizar tudo à nossa volta? Pra quê modificar a razão da não razão?
Acho que não me fiz entender, mas a razão dentro de mim agora está muito confusa... Morte do sujeito cartesiano que nunca houve em mim...
Deixa eu ver aqui o que a indagação de mim indagou...

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