Eu também não posso te levar, vida minha, a lugar algum. A condução do meu presente já não contempla minha sorte voluntária. Já não posso mais respirar, vida, sem que haja ar que me falte às entranhas... Já não suporto o ventos entrecortando minha sombra e meus fios brancos de luz distante... Já não posso sucumbir a mim dentro deste novo inferno interno, um fogarel mesquinho de limitações... Já não posso erguer as pátrias de minh'alma sem que haja um suporte ávido em meu pescoço.
O que há em mim que não seja novo? O que há em mim que eu ame como a certeza da eternidade pensativa e hereditária? Se há algo que se possa conceder a alguém como eu, este algo se ergueu junto a minha segunda morte...
Minhas vontades surgem a mil, sem certezas, efêmeras, transeuntes de um mar de dúvidas. Meu corpo já não existe sem força externa que o sustente. Minha alma já não consterna o peso do saber sem saber e sem sentir... A non grata certeza, a non grata vitória, a non grata ingratidão... Um gigante se fez dentro de mim, um gigante que urge dentro desse labirinto... Os monstros se contemplam entre si, se orientam para dentro e fora num quase erótico vai-e-vem de niilismos carregados... Já não consigo suportá-los, ao peso que há em cima de mim...
O que há em mim que não seja novo? O que há em mim que eu ame como a certeza da eternidade pensativa e hereditária? Se há algo que se possa conceder a alguém como eu, este algo se ergueu junto a minha segunda morte...
"Contra o que for hereditário, contra o que for hereditário..."
O que há em mim que não seja novo? O que há em mim que eu ame como a certeza da eternidade pensativa e hereditária? Se há algo que se possa conceder a alguém como eu, este algo se ergueu junto a minha segunda morte...
Minhas vontades surgem a mil, sem certezas, efêmeras, transeuntes de um mar de dúvidas. Meu corpo já não existe sem força externa que o sustente. Minha alma já não consterna o peso do saber sem saber e sem sentir... A non grata certeza, a non grata vitória, a non grata ingratidão... Um gigante se fez dentro de mim, um gigante que urge dentro desse labirinto... Os monstros se contemplam entre si, se orientam para dentro e fora num quase erótico vai-e-vem de niilismos carregados... Já não consigo suportá-los, ao peso que há em cima de mim...
O que há em mim que não seja novo? O que há em mim que eu ame como a certeza da eternidade pensativa e hereditária? Se há algo que se possa conceder a alguém como eu, este algo se ergueu junto a minha segunda morte...
"Contra o que for hereditário, contra o que for hereditário..."
